Federação dos Trabalhadores na agricultura no Rio Grande do Sul

IFSIM

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O QUE É?
    O Instituto de Formação Sindical Irmão Miguel (IFSIM) é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, de caráter científico, educacional e cultural, constituído por Associações Regionais de Sindicatos dos Trabalhadores Rurais, tendo como entidade mantenedora a FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES NA AGRICULTURA NO RIO GRANDE DO SUL – FETAG-RS.

1- DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
Nome: INSTITUTO DE FORMAÇÃO SINDICAL IRMÃO MIGUEL,
Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 595 - 12º andar    Centro    Porto Alegre.
                  CEP: 90330.003        Fone: 0xx 51 32864418
Data de criação: 11 de agosto de 2004.

2- HISTÓRICO:
A Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul – FETAG-RS, sentindo a necessidade de disponibilizar um espaço físico para atender a demanda na formação, capacitação e qualificação de lideranças sindicais, inicia um debate junto as Regionais Sindicais.
    Eis que, no VIII Congresso Estadual de Trabalhadores (as) Rurais realizado nos dias 06, 07 e 08 de outubro de 2003, os (as) congressistas deliberam para a criação de um ente, vinculado a FETAG-RS para formar, capacitar e qualificar lideranças e dirigentes sindicais. Esta deliberação foi submetida em apreciação na Assembléia Geral Ordinária da FETAG-RS, realizada no dia 09 de dezembro de 2003 a qual foi aprovada por unanimidade pelos presentes.
    Com a decisão da Assembléia Geral Ordinária, iniciou suas atividades em abril de 2004, nas dependências da Casa Marista da Juventude – CAJU, sita a Rua Aracaju, 651, Bairro Vila Nova – Porto Alegre- RS, onde funcionou até agosto do mesmo ano.
    Em Assembléia Geral Ordinária, realizada no dia 11 de agosto de 2004, é fundada a escola de formação da FETAG-RS, com a denominação de INSTITUTO DE FORMAÇÃO SINDICAL IRMÃO MIGUEL – IFSIM, nos termos do artigo 5º, inciso XVII da Constituição Federal e, do artigo 53 e seguintes do Código Civil.
    A primeira diretoria executiva estava assim constituída: Presidente: Sérgio Poleto; Secretária-Geral: Elaine Kern Cavalli; Tesoureiro: Nestor Bonfanti; Conselho Fiscal: Albérico Muniz Rodrigues, Lenir Pilonetto Fanton e Elíbia Maria Assmann Michelon. Também foram criados os cargos de Secretário Executivo, ocupado por Sérgio Fritzen e, o cargo de coordenadora pedagógica, ocupada por Maria do Rocio Coutinho Fritzen.
     A partir de setembro de 2004, o funcionamento do IFSIM é transferido para as dependências da FETAG-RS, sito à Rua Voluntários da Pátria, 595 – 12º andar, Centro de Porto Alegre.

OBJETIVOS:
-    Coordenar, promover e patrocinar estudos, pesquisas e análises nas áreas política, econômica, educacional, social e cultural, sobre a realidade sindical e dos trabalhadores e trabalhadoras no Rio Grande do Sul;
-    Promover a formação de dirigentes, lideranças e militantes do Movimento Sindical dos Trabalhadores Rurais, através de cursos teóricos e de atualizações;
-    Promover e realizar ações de assistência técnica e extensão rural e de qualificação profissional aos agricultores/pecuaristas familiares e assalariados no meio rural;
-    Organizar temas para ciclos de estudos, conferências, seminários e simpósios;
-    Assessorar, quando solicitado, à direção, às diversas instâncias do Movimento Sindical e às lideranças sindicais no desempenho de suas atribuições e prestar serviços técnicos ou de consultoria e assessoria aos órgãos e dirigentes do movimento sindical;
-    Celebrar e manter acordos, convênios e intercâmbios com entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais;
-    Editar publicações e materiais didáticos com vistas à divulgação e formação político-sindical;
-    Disponibilizar espaço físico e demais recursos didáticos-pedagógicos para a realização de cursos e eventos.

3- DIRETORIA:
 
DIRETORIA EXECUTIVA:
Presidente: Sandra Helena Wagner
Secretária-Geral: Delésia Terezinha Lenhard
Tesoureiro: Airton Raul Klein

CONSELHO FISCAL:
Lírio Luiz Oldoni
João Rui Dias Nunes
Pedrinho Signori


Áreas de atuação:
a)      Formação e Assessoria
b)      Pesquisa e Documentação
c)      Intercâmbios
 
Princípios filosóficos do IFSIM:
•        Pedagogia da Alternância/ pedagogia dos projetos
•        Prática/Teoria/Prática
•        Fortalecimento da militância através da mística
•        Estímulo à democracia interna
•        Formação de cidadãos: agentes políticos e lideranças sindicais
 
MISSÃO:
“CONTRIBUIR COM A FORMAÇÃO, CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE LIDERANÇAS COMPROMETIDAS COM O MOVIMENTO SINDICAL DE TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS, NOS ASPECTOS ADMINISTRATIVOS, POLÍTICO, HUMANO E SOCIAL”.

VISÃO:
“SER REFERÊNCIA COMO INSTITUIÇÃO NO PROCESSO DE FORMAÇÃO, CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO CONTINUADA DE LIDERANÇAS”.

VALORES:
•        RESPEITO;
•        ÉTICA;
•        INTEGRIDADE;
•        COMPROMISSO;
•        SOLIDARIEDADE;
•        LIBERDADE.

Ações:
a)    Formação/Assessoria: cursos, conferências, encontros, seminários, oficinas;
b)    Pesquisa/Documentação: produção e edição de textos, relato de experiências;
c)    Intercâmbio: viagens, estágios... 

Caráter/filosofia do IFSIM:
•    Pedagogia da Alternância/ pedagogia dos projetos;
•    Teoria/Prática/Teoria, que permite avaliar constantemente os processos;
•    Militância = mística;
•    Estímulo à democracia interna;
•    Formação de cidadãos: agentes políticos e lideranças sindicais.


PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
(P P P – versão preliminar)


4- MARCO REFERENCIAL

4.1- Marco Situacional
As organizações sociais do campo, em especial as Ligas camponesas, o Master e a ULTAB, nasceram questionando e denunciando as desigualdades, especialmente àquelas relacionadas à concentração de terra e de renda. A organização dos trabalhadores (as) rurais, primeiro os sindicatos, depois as federações e por fim a CONTAG, deu continuidade às lutas contra o latifúndio e em defesa dos direitos dos (as) trabalhadores (as) rurais.
Ao longo do tempo, os (as) dirigentes, lideranças e assessorias do Movimento Sindical de Trabalhadores (as) Rurais do Rio Grande do Sul, percebem que não bastava se contrapor a esse latifúndio; mas era preciso verificar os “estragos” que o modelo agropecuário brasileiro vinha causando e propor alternativas concretas. Foi assim que surgiram novas bandeiras, como luta pela terra, direitos sociais, direitos trabalhistas, novo olhar sobre quem produz os alimentos..., incluindo esses (as) trabalhadores (as) no processo de construção e execução de políticas públicas.
No Brasil, com a diminuição do papel social do Estado, implantando o neoliberalismo, ocorre o combate às organizações de trabalhadores (as), além do sucateamento de instituições, entre as quais, a de assistência técnica.
Com o acesso à informação, chegando no campo, se amplia a disputa de idéias, pois o neoliberalismo se apresentava como “única alternativa” para os (as) trabalhadores (as), tendo como premissa à lógica do lucro e não das necessidades humanas.
Os trabalhadores (as) e suas organizações (MSTTR), passam a elaborar propostas de desenvolvimento sustentável, includente e democrático, onde resgata a cultura e a identidade.
Nesse contexto, passam a entender que a formação e/ou capacitação, e/ou qualificação é imprescindível para alcançar a meta desejada, pois não bastava elaborar propostas, mas que elas fossem assumidas pelo conjunto do MSTTR. O momento exige que os trabalhadores (as) tenham uma visão crítica da realidade e capacidade política e organizativa.
A FETAG-RS prioriza a educação rural já no ano de 1968, criando, juntamente com a Frente Agrária Gaúcha – FAG, Instituto de Educação Rural para rapazes e Escola de Educação Familiar para moças. Até 1974 a FETAG-RS apoiava as atividades em educação através dos institutos de educação rural e as escolas de educação familiar, sendo que, até 1977 funcionavam seis institutos de formação. Neste mesmo ano a FETAG-RS cria seu departamento de educação/formação.
No ano de 1975, é feita a regionalização sindical no RS, denominadas “regionais sindicais”, onde cada regional sindical dispunha de dois ou três coordenadores, os quais tinham entre suas atribuições, realizar atividades de formação, especialmente para jovens. Nos dois anos seguintes as atividades de formação eram centradas em temas como: sindicalismo, administração sindical, promoção do trabalhador rural, entre outros.
Na década de 80, o sindicalismo rural brasileiro viveu uma nova fase – processo de abertura, marcado por greves, reorganização de partidos políticos, surgimento de novos movimentos sociais... Para melhor agilizar as atividades referentes a formação, em 1983 foi constituída a Comissão Estadual  de Formação e Educação, cuja função era de refletir, discutir, propor e principalmente dinamizar as propostas do plano de ação na área de formação.
 Com a integração dos jovens e mulheres no MSTTR, novos desafios surgem e novos cursos de lideranças são exigidos sob a luz da história do sindicalismo mais real. A FETAG-RS e a Comissão Estadual de Educação/Formação começam a discutir e questionar a educação escolar formal, pois o foco era essencialmente urbano. Para tanto a FETAG-RS chama algumas Universidades e movimentos sociais para reuniões onde se discute o analfabetismo no meio rural, culminando com um projeto para diminuir o índice de analfabetos no meio rural.
Na década de 90, a FETAG-RS muda o rumo de sua formação, com cursos de formação e capacitação de dirigentes e lideranças sindicais, com a intenção de formar quadros de lideranças para auxiliar frente aos desafios existentes. Os cursos de formação eram estruturados em quatro etapas, possibilitando uma formação mais sistêmica, mas ainda faltava algo.
 A idéia de ter uma escola de formação sindical era acalentada e vinha sendo amadurecida, por acreditar que a formação é algo sistêmico, constante e também porque a renovação de quadros se daria/dará através da inclusão de novas lideranças.
Foi nesse contexto que o VIII Congresso Estadual dos (as) Trabalhadores (as) Rural do RS realizado nos dias 06, 07 e 08 de outubro de 2003, com objetivo de repensar o MSTTR do RS, avaliou o conjunto de conquistas alcançadas, e apontou para mudanças em vários aspectos, especialmente os relacionados à formação sindical. Por esse motivo os (as) delegados (as), neste mesmo congresso, decidiram pela criação de uma escola para lideranças, com missão de fazer formação, de forma sistemática e continuada, para dirigentes, assessores (as) e lideranças de base do MSTTR, capaz de lhes dar condições efetivas para a disputa de idéias e de projetos que ocorre no cotidiano da ação sindical.
Em março de 2004, o IFSIM iniciou suas atividades nas dependências da CASA MARISTA DA JUVENTUDE – CAJU, dos Irmãos Maristas, sita a Rua Aracaju, 651, Vila Nova – Porto Alegre. Permaneceu neste local até agosto do mesmo ano, quando foi transferida, para a antiga sede da FETAG-RS. 
Em 11 de agosto de 2004, decorridos seis meses da realização do congresso, é fundado de maneira formal o Instituto de Formação Sindical Irmão Miguel – IFSIM, sito à Rua Voluntários da Pátria, 595, 12º andar – Centro de Porto Alegre.
 O Instituto de Formação Sindical Irmão Miguel é constituído por associações regionais de sindicatos de trabalhadores rurais, bem como de outras associações com as finalidades semelhantes aos objetivos e princípios desta associação, podendo ser admitidos novos associados, a qualquer tempo, desde que tenham finalidades similares às do IFSIM.

4.2- Marco Filosófico
    Partindo do contexto descrito no marco situacional, o Movimento Sindical de Trabalhadores (as) Rurais do Rio Grande do Sul, sentiu a necessidade da busca de novas perspectivas, sociais, econômicas e políticas, através da formação de quadros.
O Instituto de Formação Sindical Irmão Miguel – IFSIM, tem por objetivo principal a capacitação de dirigentes e lideranças sindicais de trabalhadores (as) rurais para que os (as) mesmos (as) possam auxiliar na coordenação e na execução das ações do movimento sindical de trabalhadores (as) rurais, utiliza-se dos princípios filosóficos da pedagogia da alternância/pedagogia dos projetos; da prática/teoria/prática; do fortalecimento da militância através da mística; do estímulo à democracia interna; e, da formação de cidadãos (ãs), agentes políticos e lideranças.
Essas perspectivas nos levam a uma “sociedade sindical” capaz de analisar o contexto na qual está inserida, posicionando-se de maneira crítica e responsável através de argumentos fundamentados na verdade, e participar ativamente da ação sindical.
Queremos que a sociedade sindical de trabalhadores (as) rurais desenvolva valores éticos, culturais, solidários, auto-estima, capacidade de integração/inclusão e luta contra os preconceitos e as discriminações sociais em benefício de uma sociedade mais justa e igualitária, exercendo integralmente a cidadania e contribuindo para o desenvolvimento, viabilizando melhores condições de vida.

4.3- Marco Operacional
Para transformarmos/melhorarmos a realidade atual e termos uma sociedade mais analítica, crítica, consciente e responsável pela luta por melhores condições de vida, precisa construir um instituto de formação democrático, que estabeleça relações de parceria com a comunidade nas atividades pedagógicas, culturais e administrativas em busca de uma formação de qualidade.
Um instituto democrático pressupõe um “conselho” de formação ativo que contemple os desejos e necessidades da maioria dos integrantes da comunidade sindical de trabalhadores (as) rurais. Também o desenvolvimento de um trabalho formativo onde a equipe pedagógica esteja consciente da dimensão do seu papel, enquanto agentes transformadores da sociedade, numa proposta pedagógica construída coletivamente e que sejam profissionalmente valorizados.
A formação continuada se faz necessária para o aprimoramento da ação pedagógica e atualização profissional, bem como a reflexão da prática formativa.
Diante deste contexto sócio-formativo, o instituto adota uma concepção de formação libertadora, cujo seu papel é o desenvolvimento da capacidade dos dirigentes e lideranças, refletirem criticamente sobre a realidade e do pleno exercício da cidadania em busca da transformação social, através da ação sindical.

5- DIAGNÓSTICO

5.1- FILOSOFIA DO INSTITUTO
“Que o Instituto de Formação Sindical Irmão Miguel desenvolva valores morais, éticos, culturais e intelectuais, mediante uma formação de qualidade, que propicie a formação de dirigentes e lideranças sindicais críticos e participativos, capazes de analisar o contexto social na qual estão inseridos, posicionando-se com responsabilidade, através de argumentos fundamentados na verdade e solidariedade, buscando a transformação da sociedade pela ação sindical”.

5.2 - Missão do IFSIM
“CONTRIBUIR COM A FORMAÇÃO, CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE LIDERANÇAS COMPROMETIDAS COM O MOVIMENTO SINDICAL DE TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS, NOS ASPECTOS ADMINISTRATIVOS, POLÍTICO, HUMANO E SOCIAL”.

5.3- Visão e princípios do IFSIM
VISÃO: “SER REFERÊNCIA COMO INSTITUIÇÃO NO PROCESSO DE FORMAÇÃO, CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO CONTINUADA DE LIDERANÇAS”.

 PRINCÍPIOS: RESPEITO; ÉTICA; INTEGRIDADE; SOLIDARIEDADE; LIBERDADE; E COMPROMISSO.

6- GESTÃO DEMOCRÁTICA/PROCESSO DE DECISÃO

O Instituto de Formação Sindical Irmão Miguel, propõe ao Movimento Sindical de Trabalhadores (as) Rurais uma relação democrática, promovendo espaços para a discussão da proposta política pedagógica, pois considera que o envolvimento de todos os segmentos possibilita a construção coletiva da sua linha de ação.
Como órgãos deliberativos, administrativos e consultivos do Instituto, são: a assembléia geral que o órgão deliberativo; a diretoria e conselho fiscal como órgãos administrativos; e, o conselho consultivo é o órgão consultivo dos órgãos de administração.

7- ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
A estrutura administrativa e pedagógica tem a finalidade de viabilizar a efetivação da proposta formativa do Instituto, construída com a participação dos segmentos da comunidade sindical, proporcionando uma formação de qualidade.
Para a viabilização deste processo, a estrutura organizacional deve ser composta por serviços com profissionais habitados ou que tenham experiências vivenciadas, para o desenvolvimento das atividades específicas e que trabalhem numa ação conjunta para o atendimento das necessidades, de forma integrada e comprometida.
O serviço de secretaria é responsável pela escrituração e o arquivo de dados referentes à vida formativa dos (as) dirigentes e lideranças sindicais, bem como os trabalhos de expedientes do Instituto.

8- ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
A organização curricular por totalidades de conhecimento prevê um planejamento didático e pedagógico coletivo, conforme plano de estudos, mediante formação continuada em serviços, desenvolvido pelos órgãos deliberativos, administrativos, consultivos juntamente com a equipe pedagógica.
A proposta pedagógica do Instituto possibilita o atendimento dos (as) dirigentes e lideranças sindicais, na formação em turnos diurnos, pois contempla o estudo da realidade, valorizando as vivências, a construção coletiva do conhecimento, a gestão democrática e a formação/qualificação da equipe pedagógica.

9- CURRICULO
    O currículo perpassa por tudo o que é trabalhado no contexto do MSTTR, todas as ações pedagógicas, didáticas, educativas e sociais.
    O currículo é desenvolvido de forma “interdisciplinar”, cujo processo de construção do conhecimento é coletivo, valorizando a participação dos participantes. A partir do estudo da realidade, o conhecimento é contextualizado, respondendo aos problemas elencados, dando significado ao processo de ensino aprendizagem.
    Esta concepção de currículo proporciona o desenvolvimento de competências e habilidades, possibilitando o exercício da cidadania e proporcionando uma formação que visa o desenvolvimento integrar do participante.

10- METODOLOGIA
A metodologia deve abordar uma formação interdisciplinar e contextualizada (política sindical e política temática), mediante atividades didático-pedagógicas diversificadas que valorizem as vivências dos (as) dirigentes e lideranças sindicais, respeitando as suas diversidades e os diferentes níveis de aprendizagem. Ela compreende atividades no “tempo escola” e no “tempo comunidade”.

11- AVALIAÇÃO
    A avaliação é um processo contínuo, participativo com função diagnóstica e investigativa, cujas informações propiciam o redimensionamento da ação pedagógica e educativa, reorganizando as ações dos participantes, da equipe pedagógica e do próprio Instituto, no sentido de avançar na qualidade da formação.

11.1- A avaliação do Instituto
    A avaliação é realizada quando das reuniões dos órgãos deliberativos, administrativos e consultivos e pela equipe pedagógica, com objetivo de melhorar o trabalho formativo desenvolvido pelo Instituto.

11.2- A avaliação da aprendizagem
    A avaliação da aprendizagem dos participantes é contínua, qualitativa e formativa, com função diagnóstica, considerando o participante como um todo, respeitando a sua individualidade e no desenvolvimento de cada atividade realizada, valorizando o processo de construção do seu conhecimento e o desenvolvimento de competências e habilidades.

11.3- A avaliação dos participantes/cursistas
    A avaliação do (a) participante é feita através das observações e realizações das atividades diárias (no tempo escola), auto-avaliação e pela aplicação de instrumentos diferenciados e adequados. A avaliação num processo de investigação e diagnóstico deve valorizar a capacidade de raciocínio, interpretação, compreensão dos temas desenvolvidos, contextualização do conhecimento, proporcionando interação entre o saber sistematizado e a realidade.

11.4- A Comissão de Formação da FETAG-RS
    A comissão de formação da FETAG-RS envolve os (as) coordenadores (as) das regionais sindicais. A cada ano esta comissão se reunirá com o órgão de administração do Instituto, diretoria da FETAG-RS e equipe pedagógica do IFSIM, para avaliarem o trabalho de formação realizado; avaliarem o processo de aprendizagem dos participantes, bem como os conteúdos abordados.

11.5- Expressão dos resultados de avaliação
    O Instituto adota como expressão dos resultados para fins de certificação dos participantes, a participação, de no mínimo, 75% da carga horária estabelecida em cada atividade desenvolvida.