INFORMATIVOS

INFORMATIVO N° 1.738

INFORMATIVO N° 1.738

REDACÃO: Hoana Talita Gehlen/Eduardo Oliveira

DATA:  12/9/2023

SITE: www.fetagrs.org.br

Informativo desta terça-feira está no ar!

Notícias da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul e dos 315 Sindicatos dos Trabalhadores Rurais filiados.  Disponível em todo o Estado com informações para o agricultor, agricultora e pecuarista familiar.

Lembrete: você associado ou associada que não solicitou sua cartela para concorrer aos prêmios da campanha dos 60 anos da Fetag-RS, procure seu Sindicato e busque informações!

Serão mais de R$ 200.000,00 em prêmios.

 CORRENTE DE SOLIDARIEDADE

A Fetag-RS e os Sindicato dos Trabalhadores Rurais estão realizando uma corrente de solidariedade no estado “De agricultor(a) para agricultor(a)” para ajudar os(as) agricultores(as) familiares atingidos na região dos Vales.

A Fetag-RS criou um PIX para arrecadas fundos que posteriormente serão destinados aos agricultores familiares.

PIX: 92886860000192 (CNPJ)

Nome: Fetag-RS

Após o recebimento das colaborações, a Federação prestará contas publicamente dos valores e seus destinos, que serão discutidos com os agricultores.

Contamos com o apoio de todos e todas.

 

PERDAS NA PRODUÇÃO DE AVES COM AS CHEIAS NO RS SÃO ESTIMADAS EM R$ 220 MILHÕES

 

Com uma fatia de 21% da produção do Estado, a indústria avícola do Vale do Taquari estima um prejuízo de R$ 220 milhões, em um balanço parcial, em razão das cheias que deixaram um rastro de morte e destruição na região. O levantamento foi feito pela Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) e reflete danos verificados nas seis indústrias locais.

Os problemas mapeados foram em estruturas das plantas, aviários, mortalidade de animais, genética, logística, elétricos, máquinas, equipamentos e mercado.

— Realmente, é um momento crítico para a região e para as indústrias e produtores impactados drasticamente com essa situação. O amparo governamental e de outras instituições será extremamente necessário e vital para a retomada — ponderou José Eduardo dos Santos, presidente-executivo da Organização Avícola do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs).

Um dos frigoríficos afetados pelas enchentes foi o da Cooperativa Dália, em Arroio do Meio. A unidade tem capacidade instalada de abate de 70 mil aves por dia, mas vinha operando com cerca de 50% desse volume. No local, a água invadiu o pátio e estruturas periféricas foram danificadas. A atividade foi retomada nesta segunda-feira (11), mas a maior dificuldade segue sendo a de pessoal. Os trabalhadores (no local são 450) foram diretamente afetados pelas cheias. O frigorífico de suínos da cooperativa, em Encantando, segue parado.

— Serão necessárias linhas de financiamento para ajudar nessa reconstrução, que terá um custo — disse à coluna, na semana passada,  o presidente-executivo da Dália, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas.

Fonte: GZH

 

 

CHUVAS SEGUEM E MILHO PARA NO SUL

A comercialização do milho está parada no estado do Rio Grande do Sul, enquanto a previsão do tempo segue preocupando, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Poucas novidades no que diz respeito à comercialização de milho por aqui. Compradores insistem em indicar R$ 62,00 no que se trata da sexta semana praticamente sem alterações, produtores começam as pedidas em R$ 63,00. Sem relatos de negócios”, comenta.

Em Santa Catarina existe uma diferença entre os compradores e os vendedores. “Nesta segunda-feira, diferença de pelo menos R$ 2,00 entre intenções de venda e indicações, em que produtores pediam entre R$ 60,00 a R$ 61,00 FOB interior e indicações foram de R$ 58,00 CIF fábrica em Chapecó, Xanxerê e Xaxim; e R$ 62,00 CIF em Rio do Sul. Segundo relatos, ao menos 5 mil toneladas teriam sido originadas do Paraná, sendo negociadas CIF São Francisco a R$ 63,00 com entrega outubro e pagamento para o final do mesmo mês”, completa.

O Paraná tem início de semana lento, com compradores indicando na média de R$ 0,50 abaixo por saca. “A despeito da falta de lotes e mais ainda de compradores nesta segunda-feira, o início de semana foi de movimentos lentos no Paraná. Sabe-se que dentre as 14 milhões de toneladas previstas para produção, mais de 80%, ou seja, ao menos 11 milhões já se encontram colhidas. Por certo, isso traz segurança aos compradores, que hoje indicam em média R$ 0,50 a menos por saca, se comparado à sexta-feira (08)”, indica.

“Conforme dito, as indicações se apresentaram em média R$ 0,50 abaixo daquelas apresentadas na sexta-feira: em Londrina e Maringá, compradores buscavam R$ 52,00 na saca; Ponta Grossa a R$ 54,00; Cascavel a R$ 51,50 e ferrovia norte a R$ 52,00. Não ouvimos reportes de negócios”, conclui.

A CONTRIBUIÇÃO SINDICAL MANTÉM O MOVIMENTO FORTE E ATUANTE

A Contribuição Sindical dos(as) Agricultores(as) Familiares é realizada para o Sistema Confederativo – CONTAG – Fetag-RS e Sindicato dos Trabalhadores Rurais. Ela é devida por toda a categoria, trabalhadores(as) ou empregados(as). Ou seja, todos aqueles que são trabalhadores rurais e não possuem empregados e exercem a atividade rural, individualmente ou em regime de economia familiar, sendo proprietário, arrendatário, parceiro, meeiro ou comodatário.

Para o tesoureiro-geral da Fetag-RS, Agnaldo Barcelos, a Contribuição Sindical é uma das formas de manter o Movimento Sindical atuante, forte e em constante luta para assegurar o direito dos agricultores familiares. Agnaldo reitera que embora a Contribuição seja facultativa, é uma obrigação dos agricultores(as), pois quando da conquista de um benefício para a classe todos recebem as melhorias.

O valor da Contribuição Sindical da Agricultura Familiar referente ao exercício 2023 é de R$ 44,00 (quarenta e quatro reais) por membro do grupo familiar.